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“A oferta de atividades recreativas e/ou lúdicas no ambiente de internação hospitalar são cruciais ao enfrentamento do adoecimento e à aceitação positiva do tratamento, mas não substituem a necessidade de atenção pedagógico-educacional, pois seu potencial de intervenção é mais específico, mais individualizado e se volta às construções cognitivas e à construção do desenvolvimento psíquico” (CECCIM e FONSECA, 1998, In: FONSECA, Eneida Simões da. Atendimento pedagógico-educacional para crianças e jovens hospitalizados: realidade nacional. Brasília: MEC/INEP, 1999). Tais afirmações indicam que: