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“O jazz é a música que sintetiza a América. É uma forma de arte que nos dá uma maneira indolor de nos compreendermos. O grande poder do jazz e a inovação trazida por ele foi oferecer a possibilidade de um grupo de pessoas se reunir para fazer arte; para fazer uma arte improvisada, que nasce da negociação entre os seus estilos pessoais. E aí está a arte. Bach também improvisava, mas ele nunca olhava para um parceiro de orquestra e dizia: ‘vamos tocar Eine Feste Burg’. Isso não acontecia. Ao passo que, no jazz, posso entrar em um bar em Milwaukee de madrugada e perguntar aos músicos: ‘O que vocês querem tocar? Vamos tocar um blues’. E posso fazer… e todo mundo vai começar a me acompanhar e você não sabe o que pode surgir daí. Essa é a nossa arte. Os músicos que estiverem lá vão dialogar entre si. Falamos uns com os outros na linguagem da música.” (Wynton Marsalis, em “JAZZ”, documentário de Ken Burns). Sobre o jazz, é correto afirmar: