///
Testemunham estes austeros assoalhos de um tempo que já se foi não ser fato novo, ao longo dos 138 anos do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, a presença do Chefe de Estado. A ninguém é lícito ignorar a importância da contribuição da História no desenvolvimento nacional, como instrumento de ação, na elucidação de temas e na definição de alternativas prospectivas, assim como no encontro de métodos de análise dos acontecimentos, que sirvam ao individual e ao coletivo. Aqui também podemos afirmar que não se governa sem História e sem historiadores. Veja-se a que extremos levou o pragmatismo na História, com o materialismo histórico que, não se contendo nos limites da técnica de direção do Estado, pretende-se instituir como lei a todas as gerações e a todos os povos, como instrumento fundamental da adoção de uma concepção de vida, que minorias ativas pretendem impor, pela alienação dos valores espirituais do homem.
Em antítese ao materialismo dialético, esse discurso presidencial alude a uma concepção de História institucionalizada no século XIX e, assim, expressa: