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Os dois textos abaixo rementem para a ética aristotélica. Leia-os com atenção.
Texto I
“Quando estava ganhando vinte mil dólares por ano, achei que era capaz de ganhar cem mil. Quando já ganhava cem mil por ano, achei que poderia ganhar duzentos mil. Quando estava ganhando um milhão de dólares por ano, achei que poderia ganhar três milhões. Havia sempre alguém num degrau mais alto que o meu, e eu não conseguia parar de pensar: será que ele é realmente duas vezes melhor do que eu?” (Apud.: GALO, Sílvio. Filosofia: experiência do pensamento. São Paulo: Scipione, 2014, p. 141. Palavras do banqueiro norte-americano Dennis Levine, citada em: SINGER, Peter. Ética prática. São Paulo: Martins Fontes, 1998. P. 351).
Texto II
“Os fins são vários e nós escolhemos alguns dentre eles (...) segue-se que nem todos os fins são absolutos; mas o sumo bem é claramente algo de absoluto. Portanto, só existe um fim absoluto (...). A felicidade é algo absoluto e autossuficiente, sendo também a finalidade da ação. (ARISTÓTELES. Ética a Nicômaco. Livro I. São Paulo: Nova Cultural, 1991. (Os Pensadores).
Com base nos textos, a alternativa que explica melhor a ética aristotélica é