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De acordo com Yazbek (p. 162), “a condição de usuário de programas assistenciais é marcada por um conjunto de estigmas. São marcas que desqualificam, submetem e configuram uma imagem fragmentada da ‘clientela’ perante as práticas institucionais”. Separar os mais necessitados, selecionar o grau de carência da demanda para incluí-la ou excluí-la dos recursos e serviços dos programas sociais, vem se constituindo em uma atribuição historicamente persistente dos assistentes sociais, visto que