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De acordo com dados do Censo Escolar, o aumento de matrículas de estudantes com necessidades especiais cresceu mais de 30% em todo o país. Isso ressalta a demanda desse público e a importância do debate e de práticas voltadas à inclusão em todas as escolas. Conforme a Lei nº 13.005/2014 – Plano Nacional de Educação (PNE), escolas brasileiras devem garantir um sistema inclusivo. Alunos entre 4 e 17 anos com necessidades especiais têm o direito de serem matriculados em classes comuns a todos. É uma educação voltada à formação completa e livre de preconceitos, que reconhece as diferenças e dá a elas o seu devido valor. Para ela acontecer, é fundamental a criação de redes de apoio aos educadores. Considerando os desafios da educação inclusiva, é importante destacar torna-se necessário:
I. Promover diálogos entre as famílias dos alunos, funcionários e docentes da instituição, valorizando o convívio mútuo e o respeito entre todos.
II. Investir suficientemente para implantar os recursos de acessibilidade aos alunos especiais e, ainda, com tecnologias assistivas que facilitem a inclusão dos alunos como, por exemplo, teclado virtual, head mouse e máquinas de escrever em Braile.
III. Possibilitar uma formação docente estimulando que façam cursos e se aprimorem profissionalmente, pois eliminará a falta de preparo dos professores e demais colaboradores escolares para lidarem com alunos da educação inclusiva.
IV. Evitar a flexibilização do currículo para assegurar uma educação de qualidade a todos alunos incluídos na mesma da turma, de modo que o importante é que os conteúdos estejam de acordo com o currículo da rede e que sejam aplicados considerando a realidade do todo.
Está correto o que se afirma apenas em