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Tendo como base o guia de Boas Práticas para Eutanásia do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV,2013), dadas as afirmativas sobre o que se deve considerar na eutanásia em embriões, fetos e neonatos de roedores,
I. Em fetos de camundongo, rato e hamster, até o 14º dia de gestação, nos quais a percepção da dor é improvável devido ao mínimo desenvolvimento neuronal nesse estágio, a eutanásia da mãe ou a remoção do feto assegura a morte rápida deste, por meio da perda do suprimento sanguíneo.
II. Na cobaia, esse período é estendido até o 34º dia de gestação. A partir dessa fase (15º dia de gestação de camundongo, rato e hamster ou do 35º dia em cobaias) até o nascimento, o nível de desenvolvimento da inervação possibilita a percepção da dor. Nesse caso, recomenda-se a decapitação, sendo necessárias habilidade e experiência do operador para realizar tal procedimento.
III. Para os neonatos (camundongos, ratos e hamster) com idade entre um e seis dias de vida, recomendam-se os seguintes métodos para realização da eutanásia: decapitação com lâminas afiadas; anestesia por hipotermia (o animal deverá ficar submerso por 20 minutos) seguida de decapitação; uso de CO2 seguido de decapitação com lâminas afiadas; anestésico inalatório (e.g. isofluorano), no qual os animais devem ser expostos por, no mínimo, 10 minutos após a cessação dos movimentos.
verifica-se que está(ão) correta(s)