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“Educar é mostrar a vida a quem ainda não a viu. O educador diz: ‘Veja!’ - e, ao falar, aponta. O aluno olha na direção apontada e vê o que nunca viu. Seu mundo se expande. Ele fica mais rico interiormente E, ficando mais rico interiormente, ele pode sentir mais alegria e dar mais alegria – que é a razão pela qual vivemos.” “Já li muitos livros sobre psicologia da educação, sociologia da educação, filosofia da educação – mas, por mais que me esforce, não consigo me lembrar de qualquer referência à educação do olhar ou à importância do olhar na educação, em qualquer deles.” “A primeira tarefa da educação é ensinar a ver... “É através dos olhos que as crianças tomam contato com a beleza e o fascínio do mundo.” “Os olhos têm de ser educados para que nossa alegria aumente.” "As palavras só têm sentido se nos ajudam a ver um mundo melhor" " Há muitas pessoas de visão perfeita que nada veem... O ato de ver não é coisa natural. Precisa ser aprendido” (Rubem Alves)
A respeito da riqueza do trabalho de campo como prática pedagógica na Geografia, afirma-se que:
I Há uma pedagogia no olhar que se basta a partir do empirismo do local e das abstrações realizadas pelos alunos, não carecendo de articulação a uma formação teórica e conceitual.
II O trabalho de campo deve ser entendido como um objetivo em si mesmo e não como um meio.
III Revela as diversas posssibilidades de recortar, analisar e conceituar o espaço, de acordo com as questões, metas e objetivos definidos.
IV Deve basear-se na totalidade do espaço, enquanto dinâmica e processo, sem esquecer os arranjos específicos que tornam cada lugar, cidade, bairro ou região uma articulação particular de fatores físicos e humanos em um mundo fragmentado, porém cada vez mais articulado.
As práticas e compreensões adequadas a respeito das finalidades didáticas através do trabalho de campo em Geografia correspondem apenas às afirmativas: