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O desenvolvimento infantil é analisado em diversas etapas. Freire (2009) defende a ideia de que essas etapas não são estanques e, se “estamos falando de seres humanos, torna-se impossível uma precisão matemática nessa análise do desenvolvimento das crianças”. O referido autor fundamenta seus estudos em alguns autores com os quais dialoga, ao analisar a gênese do desenvolvimento motor da criança.
Dessa forma, “sem separar o humano do contexto da sua existência, de um modo didático, a criança, após os primeiros meses de vida, passa dos chamados reflexos arcaicos, como sugar, agarrar, para começar a dar lugar aos movimentos intencionais” (p. 29). Nessa afirmação, o autor acima citado dialoga com: