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No artigo “(Ainda) por uma sociedade sem manicômios: a experiência do Núcleo Estadual da Luta Antimanicomial do Rio de Janeiro”, as autoras trabalham com a ideia de território e cidade. Sobre essa ideia pode-se afirmar que I Como caminho para a construção de um outro projeto societário radical, o movimento antimanicomial afirma a cidade como seu território, onde os muros de concretos dos manicômios precisam ser derrubados. Uma sociedade que não pressuponha quais vidas são válidas e inválidas.
II O território é um meio para a clínica.
III O fim dos manicômios só pode se concretizar quando as pessoas se colocarem disponíveis em sua radicalidade, não mais para capturar e congelar o que nele é incessante, traduzindo-o em conceitos mais familiares. O ato de estar disponível também está dentro de um território proponente de conflitos, ou seja, a “disposição” não pode ser uma ação propriamente tolerante de aceitação do diferente. O choque da loucura com a cidade vai perturbar o repouso dos sentidos. Dessa forma, outros modos de experiência e de vida serão possíveis emergir.
Entre as afirmativas acima, apenas a