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O psicanalista Mauricio Porto, no artigo intitulado “A pólis arquipélago: notas do acompanhamento terapêutico”, defende que a experiência do acompanhamento terapêutico carrega em si uma “novidade absoluta do encontro”. A partir dessa ideia, pode-se afirmar que a prática de acompanhar
I Vai acontecer no chão da pólis. Nesse sentido, a presença da cidade é evidente, inclusive na privacidade secreta e silenciosa de um quarto fechado.
II Essa “novidade” é fortalecida pela ausência de um lugar próprio e produz uma diferenciação entre o acompanhante terapêutico em relação ao médico, terapeuta e analista.
III Essa “novidade absoluta” permite pensar que as coisas não começam exatamente a partir de um sujeito que já preexiste em sua tradicional poltrona, que se encontrará com um outro que também já está predestinado ao tradicional divã.
São verdadeiras as afirmativas: