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Para o pesquisador, Cipriano Luckesi (2011), a maioria das escolas promove exames, que não são uma prática de avaliação. O ato de examinar é classificatório e seletivo. A avaliação, ao contrário, diagnóstica e inclusiva. Hoje aplicamos instrumentos de qualidade duvidosa: corrigimos provas e contamos os pontos para concluir se o aluno será aprovado ou reprovado. O processo foi concebido para que alguns estudantes sejam incluídos e outros, excluídos. Do ponto de vista político-pedagógico, é uma tradição antidemocrática e autoritária, porque está centrada na pessoa do professor e no sistema de ensino, não em quem aprende.
(FERRARI. Carlos. Entrevista com Cipriano Luckesi/ Formação e Avaliação Revista Nova Escola, São Paulo, 2011. Acesso em 09 de maio de 2016. http://revistaescola.abril.com.br/formacao/cipriano-carlos-luckesi-424733.shtml)
No que concerne à avaliação, Cipriano Carlos Luckesi (2011) afirma que ela é constituída de instrumentos de diagnóstico, que levam a uma intervenção, visando à melhoria da aprendizagem. Com base na análise, marque a alternativa que não corresponde à concepção do autor.