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A educação inclusiva, nas últimas décadas, vem firmando-se no plano internacional e na legislação brasileira, o que subsequentemente, impulsionou mudanças relevantes no bojo das escolas, ora como inversão de perspectivas no sentido de promover a igualdade de oportunidades e valorização das diferenças e características individuais, ora oportunizando capacitações de professores, alunos, pais e toda a comunidade no fortalecimento dos princípios da cultura inclusiva.
I. A educação inclusiva na perspectiva democrática perpassa pela reestruturação da cultura, da prática e das políticas vivenciadas nas escolas, de modo que estas respondam à diversidade dos alunos.
II. Uma prática pedagógica inclusiva precisa está fundamentada nos pressupostos da abordagem humanística, democrática que percebe o sujeito e suas singularidades tendo como objetivos o crescimento, a satisfação pessoal e a inserção social de todos.
III. Na perspectiva de inclusão os ambientes escolares propiciam integração social quando suas práticas pedagógicas estão reguladas sob o processo de avaliação universal dos indivíduos.
IV. Transformar uma escola excludente em uma escola inclusiva requer mudanças de concepções, pois é preciso compreender que o processo de aprendizagem é possível dentro de sala de aula regular; de que esses alunos são capazes de estudar, conviver e aprender com os demais.
V. Sob a ótica da educação inclusiva um princípio valorativo e fundamental à ser configurado nas práticas pedagógicas é a rigidez curricular.
É CORRETO apenas o que se afirma em: