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A Avaliação da Aprendizagem ainda suscita muitos questionamentos no respeito às concepções, aplicabilidade e a preponderância dos resultados obtidos na organização e no desenvolvimento do trabalho pedagógico, tanto na escola, como na sala de aula. Atravessada e configurada pelas dimensões da ética e da política, o processo de avaliação da aprendizagem quando instaurada numa atitude crítica e nos princípios democráticos pode superar o seu sentido comum, conservador e regulador e firmar a emancipação, com vistas a uma escola verdadeiramente de qualidade.
GRILLO, M. C.; GESSINGER, R. M. (orgs.). Por que falar ainda em avaliação? In: GRILLO, Marlene; LIMA, v. M. do R. Especialidades da Avaliação que Convém Conhecer. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2010. (adaptado)
A partir de uma nova perspectiva de avaliação da aprendizagem à luz de suas especificidades, avalie as afirmações a seguir.
I. Como compromisso político, a avaliação constitui um instrumento a serviço da aprendizagem, auxiliando o educando no desenvolvimento da cidadania.
II. Ao assumir o caráter de atualidade e dinamicidade, a avaliação deixa de ser um instrumento de controle e passa a ser um instrumento a serviço do aluno para diagnosticar e qualificar a aprendizagem.
III. Numa abordagem crítica e construtiva o que caracteriza a avaliação da aprendizagem é o poder de corroboração para uma autoimagem do aluno e imprimir maior força à evasão escolar.
IV. Quanto ao compromisso ético, a avaliação ganha visibilidade na vivência de uma avaliação fundada no princípio do respeito, da solidariedade e do bem coletivo.
V. Ensinar, aprender e avaliar são fenômenos distintos, mas pertencentes a uma mesma atividade pedagógica, portanto, não pode ser tratada de forma estranha ou esporádica, mas entendida como atividade de rotina e intrínseca à ação educativa.
É correto apenas o que se afirma em: