///
Na Constituição Brasileira de 1988, a criança passou a ter garantido desde que nasce o seu direito à educação em creches e pré-escolas. Dessa forma, os papéis atribuídos aos educadores de crianças pequenas ainda estão sendo discutidos, questionados e (re)formulados. De acordo com Rocha (1999), é emergente a construção de uma pedagogia da infância, para as crianças de zero a cinco anos, que se diferencie das instituições escolares e que considere tanto a história e a especificidade das creches e pré-escolas quanto o debate sobre a concepção de infância e de criança heterogênea, reconhecendo a infância como tempo de direitos. A ideia de que a educação infantil é um direito da criança, e não somente da mãe trabalhadora, ainda é nova e não está totalmente assimilada por grande parte da sociedade, inclusive por parte de professores, políticos e agentes da educação que governam os direcionamentos das políticas públicas e das práticas destinadas à pequena infância. Delineando melhor essa concepção, podemos dizer que a infância numa abordagem histórico-crítica é uma construção social e a criança não pode ser vista separada de sua classe social, etnia, gênero etc.
(Quinteiro, 2002.)
De acordo com a concepção da infância numa abordagem histórico-crítica da aprendizagem, é correto o que se afirma em: