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Os processos de concretização das tentativas de ensinar e aprender ocorrem por meio das práticas pedagógicas. Essas são vivas, existenciais, interativas e impactantes, por natureza. As práticas pedagógicas são aquelas que se organizam para concretizar determinadas expectativas educacionais. Tais práticas, por mais planejadas que sejam, são imprevisíveis, pois nelas “nem a teoria, nem a prática tem anterioridade, cada uma modifica e revisa continuamente a outra”.
(Carr, 1996, p. 101.)
O professor, no exercício de sua prática docente, pode ou não se exercitar pedagogicamente. Ou seja, sua prática docente, para se transformar em prática pedagógica, requer, pelo menos, dois movimentos: o da reflexão crítica de sua prática e o da consciência das intencionalidades que presidem suas práticas. A consciência ingênua de seu trabalho (Freire, 1979) o impede de caminhar nos meandros das contradições postas e, além disso, impossibilita sua formação na esteira da formação de um profissional crítico. Considerando o exposto, NÃO representa um dos princípios da prática pedagógica numa perspectiva crítica: