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Autores como Trevisana et al (2019), ao definirem “cuidados paliativos”, tomam como base o que foi apresentado pela Organização Mundial de Saúde em 2018. De acordo com a organização, tais abordagens promovem a melhora da qualidade de vida dos pacientes e suas famílias que enfrentam doenças potencialmente fatais, além disso, as condutas específicas previnem e aliviam o sofrimento quando a condição é identificada precocemente, por meio de uma avaliação correta e tratamento da dor e outros problemas. São considerados princípios que norteiam essa abordagem: