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A transição de um modelo tradicional que historicamente se concentrou no “déficit” e na patologização para uma abordagem inclusiva e contemporânea exige uma mudança paradigmática fundamental na atuação do professor.
De acordo com os estudos de Lopes (2006) e Padilha (2001) sobre a escolarização de estudantes com deficiência intelectual, a superação de práticas centradas na limitação exige que o educador: