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As tendências pedagógicas representam o conjunto de princípios e práticas que guiam a educação e têm tido uma profunda influência na história educacional brasileira, oscilando entre modelos tradicionais e progressistas. Inicialmente dominada pela tendência Tradicional, que enfatiza o professor como detentor do saber e o aluno como receptor passivo, a educação no Brasil passou a ser tensionada pelas correntes Progressistas, como a Escola Nova (Renovada), que priorizam o aluno, a atividade e a experiência como centro do processo de aprendizagem, destacando pensadores como Anísio Teixeira. Mais recentemente, as tendências Crítico-Sociais — como a Pedagogia Histórico-Crítica e a Pedagogia Crítico-Social dos Conteúdos — ganharam relevância, buscando superar a dicotomia e enfatizando a relação entre educação e sociedade, e o papel da escola na transformação social. Essa coexistência e sucessão de modelos moldaram a legislação educacional, a formação de professores e as práticas em sala de aula, refletindo as disputas ideológicas sobre o papel da escola na construção da cidadania e no desenvolvimento do país. O educador Paulo Freire foi um dos professores que mais se preocupou em demonstrar a importância dessa conscientização.
Tendo tais concepções pedagógicas em mente, pode-se dizer que uma escola que adota aulas centradas no professor, com foco em memorização e disciplina rígida, é uma escola que adota como prática, a tendência