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A escola provedora de informação já não responde à demanda da nova sociedade. A escola para a sociedade da informação é a que desperta nos alunos e alunas os mecanismos necessários para lidar com o imenso volume de informações a que são diariamente submetidos. Acesso a conteúdos os alunos têm. Cabe à escola desenvolver no aluno o desejo de querer ter essas informações e poder transformá-las em conhecimento.
Considerando as discussões trazidas pela autora, analise as três situações cotidianas escolares em que os professores fictícios Carlos, Ana e Ricardo organizaram propostas e ambientes de aprendizagem para as suas turmas, e posteriormente assinale a alternativa que apresenta a análise correta.
Situação 1: o professor Carlos traz semanalmente para a turma algumas fontes de informação: jornais e revistas impressas, e também notícias de sites, vídeos do Youtube e até mensagens transmitidas nas Redes Sociais. Em roda, Carlos e seus alunos leem as notícias, comentam, criticam e anotam dúvidas e questões para pesquisar mais sobre, caso tenham ficado com dúvidas. É a partir dessas rodas de notícias que nascem projetos de estudos, pois Carlos percebe quais são os saberes, interesses e necessidades de aprendizagem e elabora atividades que dão continuidade às curiosidades e dificuldades dos alunos.
Situação 2: a professora Ana coloca diariamente música ambiente e vídeos de fundo para que os alunos façam seus exercícios e atividades em classe. Para isso, Ana conseguiu equipar sua sala com aparelhos de som e imagem que favorecem essa proposta. Além disso, Ana aproveita esses recursos em sala para proporcionar momentos de lazer e distração com filmes e animações quando os alunos terminam suas atividades e sobra um tempo. A turma parece ficar mais tranquila com essa proposta, pois se familiariza com o uso da tela também em seu ambiente de ensino-aprendizagem de forma agradável.
Situação 3: o professor Ricardo trabalha em uma escola que não tem equipamentos tecnológicos: computadores, televisões ou rádios não são acessíveis ao seu dia-a-dia. Sem recursos, ele recorre ao uso do celular pessoal e dos alunos para realizar pequenas buscas na internet, fazer fotografias, filmagens e apresentar aplicativos facilitadores para a exploração de informações digitais. Com esse hábito no seu dia-a-dia, já ajudou as crianças e os jovens a entender e qualificar o próprio uso do aparelho celular como fonte de conteúdos e criador de possibilidades.
Considerando as discussões trazidas pela autora, analise as três situações cotidianas escolares em que os professores fictícios Carlos, Ana e Ricardo organizaram propostas e ambientes de aprendizagem para as suas turmas, e posteriormente assinale a alternativa que apresenta a análise correta.