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Carlos sabe que é dever do condutor, a todo momento, ter domínio de seu veículo, dirigindo-o com atenção e cuidados indispensáveis à segurança do trânsito. Há alguns anos ele perdeu um familiar em um acidente causado por imprudência e imperícia, desde então, tornou-se ainda mais cauteloso ao volante. Percebendo o grande interesse que seu neto Ivan, hoje com 17 anos, tinha por carros e direção, Carlos decidiu que o ajudaria a tornar-se um bom motorista e, desde que o neto era apenas um menino, ele já explicava sobre o trânsito e suas regras. Então, sempre que saem juntos, ele demonstra situações e faz questionamentos, corrigindo e orientando quando necessário. A seguir, seguem relatos de situações que ocorreram do início do ano até agora.
Ivan pediu ao avô que o levasse à casa de um amigo, à noite. De propósito, após verificar que os riscos eram pequenos naquela rua calma, sem movimento de veículos ou pedestres – e ciente das penalidades às quais estava sujeito – Carlos desligou os faróis poucos metros antes de chegar à frente da casa do neto, em tempo de o rapaz ver o carro se aproximar “no escuro”. Ivan entrou no carro e perguntou se o avô estava caducando, pois é perigoso ter um veículo trafegando à noite sem as luzes ligadas. Carlos riu, ligou os faróis e pediu a Ivan que relatasse as determinações em relação ao uso de luzes em veículos, pois sabe que é assunto ainda confuso para o neto – tanto que o rapaz fez apenas uma afirmação correta. Assinale-a.