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Alguns especialistas mostram que há uma “fratura numérica” entre aqueles que têm acesso e se beneficiam das redes informatizadas e aqueles que ainda não podem ter acesso a elas. A referida “fratura” provoca o surgimento de outra, a “fratura cognitiva” (JONNAERT, 2010). O que a escola pode fazer para reduzir as consequências dessas fraturas?