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Celebrada em Ifé como filha de Olokun, a divindade dos mares lendária foi enaltecida no processo diáspora, resultando na assimilação dos atributos da água salgada, sendo o motivo para a sua associação aos mares no Novo Mundo. Com o sincretismo de outras divindades de influências europeias, foi imbuída de inúmeros atributos e poderes em uma grande variedade de cultos. O seu arquétipo maternal consolidou-se sobretudo como Mãe que nas palavras de D. M. Zenicola, "representa o poder progenitor feminino; é ela que nos faz nascer, divindade que é maternidade universal, a Mãe do Mundo". Essa descrição se refere à divindade de qual tradição religiosa no país: