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"(...) o educador, ao repensar a educação, está também repensando a sociedade. (...) O ato educativo é essencialmente político. O papel do pedagogo é um papel político. Sempre que o pedagogo deixou de 'fazer política', escondido atrás de uma pseudo-neutralidade da educação, estava fazendo, com a sua omissão, a política do mais forte, a política da dominação." (GADOTTI, 1988) O autor retoma uma expressão de Paulo Freire, cuja tese central é afirmar que nenhuma pedagogia é neutra; toda pedagogia é política.
Essa expressão ficou conhecida por Pedagogia do(a):