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Segundo Magda Soares (Alfabetização e letramento) é muito comum que, durante algum tempo, as crianças pensem que a grafia de uma palavra reproduz, exatamente, os sons da fala, e que, por isso, escrevam, por exemplo, "mati", em vez de "mate", "gatu", em vez de "gato".
Segundo a autora, se o professor, não sabe dessa ideia que as crianças fazem da escrita - ou dessa hipótese sobre a relação entre escrita e fala - sua tendência será a de corrigir, dizendo em voz alta, que não é [gatU] ou [matI] que se fala, mas [gatO] e [matE].
Esse modo de agir, para Soares pode gerar algumas situações, exceto: