///
Trecho I
“Quando o historiador busca estabelecer, no lugar do poder, as regras da conduta política e as melhores instituições políticas, representa o príncipe que não é; analisa o que deveria fazer o príncipe. Essa é a ficção que abre ao seu discurso o espaço onde se inscreve. [...] Ele depende do ‘príncipe de fato’ e produz o ‘príncipe possível’.”
Trecho II
“Ora, a história é a matéria-prima para as ideologias nacionalistas ou étnicas ou fundamentalistas, tal como as papoulas são a matéria-prima para o vício da heroína. O passado é um elemento essencial nessas ideologias. Se não há nenhum passado satisfatório, sempre é possível inventá-lo [...]”
Em ambos os trechos, os autores: