///
“No Brasil, em 1998, criou-se o Grupo de Apoio à Triagem Auditiva Neonatal Universal (GATANU), com objetivo de operacionalizar a triagem auditiva no país. Ainda naquele ano foi criado o Comitê Brasileiro sobre Perdas Auditivas na Infância (CBPAI) e, em 1999, foi divulgada a primeira recomendação brasileira para os problemas auditivos no período neonatal. No ano de 2000, implementou-se a Força Tarefa da Pediatria com o objetivo de promover e divulgar para os pediatras ações de prevenção e identificação precoce das perdas auditivas.”
“Joana relatou durante a anamnese que Juliana, 8 meses, realizou o teste da orelhinha na maternidade, apresentando resultado inconsistente; no entanto, a fonoaudióloga que realizou a triagem não esclareceu sobre os riscos para deficiência auditiva na filha, nem agendou seu retorno, justificando que o resultado insatisfatório pode ter acontecido por acúmulo de vérnix e que o exame foi feito antes de 48 horas de vida. Após avaliações audiológicas, foi diagnosticado que Juliana apresenta perda auditiva sensorioneural moderada bilateral.” Os achados esperados nos exames de Emissão Otoacústica Transiente (EOAT), Reflexo Cocleopalpebral (RCP) e Potencial Evocado Auditivo de Tronco Encefálico (PEATE) foram, respectivamente: