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A investigação, realizada nos últimos anos no hospital universitário Hadasa Ein Karem, em Jerusalém, conseguiu travar por completo o avanço da doença e, em alguns doentes, conseguiu mesmo uma ligeira melhoria nos músculos degenerados, noticia o diário Yediot Aharonot na sua edição eletrônica. “O problema da ELA e de doenças similares é que um grupo de células nervosas degenera até morrer de forma irremediável”, explicou o professor Eldad Melamed, cientista da Universidade de Telavive que participa no projeto, apoiado pela empresa privada israelita Brainstorm.
O texto trata, especificamente, da doença também conhecida como doença de Lou Gehrig, que acomete Stephen William Hawking, um dos maiores cientistas da atualidade, e recebe a denominação de