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O mundo não vale o mundo, meu bem
Eu plantei um pé-de-sono,
brotaram vinte roseiras.
Se me cortei nelas todas
e se todas me tingiram
de um vago sangue jorrado
ao capricho dos espinhos,
não foi culpa de ninguém.
(ANDRADE, Carlos Drummond de. Claro Enigma. 1951.)
Acerca da linguagem utilizada pelo poeta, é correto afirmar que o texto apresenta