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“Em psicoterapia, o modelo médico/quantitativo também foi amplamente adotado. Assim a pesquisa em psicoterapia, ou seja, a busca de explicações para os transtornos e as técnicas terapêuticas específicas, foi realizada por meio de ensaios clínicos randomizados, utilizando como grupos controle, listas de espera, placebo psicológico ou outro tratamento ativo. (...) A crítica a esse modelo de estudo e pesquisa em psicoterapia seguiu com a percepção de que, em termos de seguimento e tempo de tratamento, as pesquisas não demonstraram evidências consistentes de eficácia entre os vários tipos de psicoterapia.” (Cordiolli, 2008, p. 62.)
Considerando o fragmento e os aspectos comuns associados às mudanças em psicoterapias, é correto afirmar que tais aspectos