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Zabala (2010) aponta que, habitualmente, a avaliação é “considerada um instrumento sancionador e qualificador, em que o sujeito da avaliação é o aluno e somente o aluno, e o objeto da avaliação são as aprendizagens realizadas segundo certos objetivos mínimos para todos”. Essa concepção habitual apontada pelo autor, implica numa prática que: