A circulação simultânea dos quatro sorotipos de dengue, (DENV1, DENV2, DENV3 e DENV4) e dos vírus chikungunya e Zika, é um desafio para a assistência e também para a vigilância no Brasil, desde os idos de 1986. São doenças com sinais clínicos similares, dificultando a suspeita inicial e, consequentemente, impactando as notificações, as quais, até o momento, superestimam a dengue e subestimam as demais.