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Leia o trecho de um discurso do General Emílio Garrastazu Médici, proferido em Manaus em 08 de outubro de 1970: A Amazônia ainda não encontrou sua vocação econômica. O café e o cacau, a madeira e a borracha, o boi, a juta e a castanha têm sido momentos passageiros de riqueza; momentos que não trouxeram mais duradouras mudanças na infraestrutura socioeconômica. [...] Somente depois da Revolução é que vieram os tratores e o idealismo da engenharia militar, desvendando e aproximando a Amazônia. [...] O coração da Amazônia é o cenário para que se diga ao povo que a Revolução e este governo são essencialmente nacionalistas, entendido o nacionalismo como a afirmação do interesse nacional sobre quaisquer interesses e a prevalência das soluções brasileiras para os problemas do Brasil.
(APUD MIRANDA, Camila Barbosa Monção. Ditadura militar e Amazônia: as promessas desenvolvimentistas de um governo autoritário. Anais do XXIX Simpósio Nacional de História, Brasília (DF), 2017, p. 9. Disponível em: https://snh2017.anpuh.org)
A partir do trecho acima e considerando as ações do governo militar na Amazônia, o discurso