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Costa (2023) associa a aprendizagem à neuroplasticidade do cérebro humano, cujas sinapses “são capazes de alterar as estruturas e funções do cérebro, em razão da natureza plástica desse órgão, ou seja, do potencial que tem em moldar-se mediante estímulos e experiências”.
Nesse contexto, a autora observa que a aprendizagem é de essência