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Conforme Abramovay et al. (2012), em Conversando sobre violência e convivência nas escolas, “as microviolências perpassam as relações sociais da escola, por meio de mecanismos, práticas e hábitos que, apesar de romperem com a ordem coletiva e destruírem laços sociais, acabam sendo, muitas vezes, naturalizados”. De acordo com o referido texto, as microviolências