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No jogo das relações institucionais, os estudantes utilizam os mecanismos que têm disponíveis, como a ameaça e o medo. A obra Conversando sobre violência e convivência nas escolas reproduz as falas de uma vice-diretora que afirma: “[Tem] ameaça de aluno pra professor, professor pra aluno, funcionário pra aluno, aluno pra professor, pra funcionário”. Os alunos “fazem [ameaças] em relação a professor e funcionário”.
Abramovay et al. (2012) afirmam que na escola “as ameaças surgem como forma de ‘questionar’