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Ao discutirem desigualdades e exclusões no contexto educacional, Castro e Regattieri (2010) observam que conhecer a realidade precária de uma grande parte dos alunos não se mostrou, historicamente, suficiente para “abrir caminhos para novas práticas educacionais”.
Para as autoras, muitos professores e diretores acreditaram que, ao destacar alunos bem-sucedidos, incentivariam os outros a seguir o mesmo exemplo, o que levou a desvalorizarem