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Macedo (2005) nos lembra que “Uma escola seletiva supunha poder dissociar as questões intelectuais ou conceituais, as questões sociais e afetivas das atividades quotidianas, aliás, bem pouco valorizadas por ela. Ao contrário, uma escola que se quer para todos há de fazer do cotidiano um elemento que integra e que, ao mesmo tempo, diferencia tudo isso”. O autor destaca que, “hoje são valorizados três tipos de saber: o “saber dizer”, que se relaciona à aprendizagem de conceitos, informações; o “saber fazer”, que tem a ver com a questão dos procedimentos; o “saber conviver”, que diz respeito a valores, normas e atitudes”.
Para tal transformação, o trabalho educativo precisa aceitar o desafio de construir “uma sala de aula ativa, com um professor,” que, como nos diz Becker (2012),