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Weisz (2000) observa que, com frequência, são ofertadas para as crianças versões de textos empobrecidas, resumidas ou com supressões. Para a autora, essa ideia de que as crianças não são capazes de apreciar “certas coisas” (aspectos teoricamente mais avançados nos textos originais) tem como suposição que o conhecimento é uma