No Brasil, inicialmente, não foi nas instituições psiquiátricas que as terapêuticas ocupacionais alcançaram reconhecimento, mas sim nos programas de reabilitação profissional instituídos pelo governo Vargas, nos quais a Terapia Ocupacional consolidou-se enquanto prática especializada no tratamento dos acidentados de trabalho, dos pacientes crônicos e dos deficientes sensoriais e físicos.