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Na primeira década dos anos 2000, o Brasil avançou de forma significativa no enfrentamento da violência contra crianças e adolescentes, com a aprovação pelo Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda) e de políticas nacionais temáticas. Surge naquele momento o Plano Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual Infantojuvenil, com ênfase em conquistas importantes nessa área. O Plano serviu como referência para a formulação e implementação de ações por parte das esferas estatais e para as organizações da sociedade civil, especialmente no âmbito da mobilização social e do monitoramento