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Pela sua natureza, o trabalho educativo escolar precisa ser, necessariamente, interdisciplinar e compartilhado. Exige e promove uma relação dialética entre concepções e práticas, sendo, por isso, totalmente imprópria sua gestão num modelo de administração taylorista/fordista que, de acordo com Kuenzer (em Ferreira), privilegia ora a racionalidade formal, ora a racionalidade técnica, fundamentando-se no rompimento entre