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De acordo com Vasconcellos (2002), nos anos 70 (sec. XX) a escola foi submetida a uma virulenta crítica sociológica, identificada como aparelho ideológico de Estado e reprodutora da desigualdade social. A partir dos anos 80, a escola começou a ser identificada como “importante espaço na concretização das políticas educativas, reconhecendo-se como uma organização social, inserida num contexto local, com uma identidade e cultura própria, um espaço de autonomia a construir e descobrir, susceptível de se materializar num projeto educativo.”
Para o autor, no contexto dos anos 80, a escola