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Leia o conto de Oswaldo França Júnior e responda às questões de números 08 a 10.
O canguru branco
Como todos aqui têm suas raridades eu, para não me sentir diferente, peguei minha fortuna e comprei uma raridade. Fui comprá-la longe, na Austrália. E agora sou igual a todos, também tenho a minha raridade. Comprei um canguru branco. Não serve para nada, não faz nada, mas é uma raridade. É um canguru branco. E muitos me invejam e admiram.
(As laranjas iguais)
É correto inferir que o conto apresenta, com relação à sociedade contemporânea, uma crítica