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A pedagoga Rita, considerando os processos educativos com adolescentes na Fundação Casa e uma de suas atribuições, “auxiliar na organização horária das atividades pedagógicas”, propõe aos profissionais da área pedagógica do setor e da unidade uma discussão da organização do trabalho pedagógico, que está centrado em dois aspectos essenciais: seus objetivos e as condições para realizá-lo. Foi desencadeada uma rica discussão que polemizou a concepção de rotina, ou como instrumento disciplinador do adolescente ou como instrumento mediador de sua relação com o meio em que vive.
Os profissionais, com base nos aspectos discutidos e em coerência com o espírito da lei quanto à finalidade da educação nacional, “formar para o exercício da cidadania” (art. 22, Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional/LDBEN), optaram por implementar uma concepção de rotina que enfatiza