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Certa economia é descrita pelo seguinte sistema de equações, no qual: (i) corresponde à função de produção; (ii), à função demanda de trabalho; (iii), à função de investimento; (iv), à função consumo; (v), à equação de consistência macroeconômica; e (vi), ao equilíbrio monetário.
(i) Y = F(K, L), com FK > 0, FL > 0, FKL > 0, FLL < 0, FKK < 0, em que Fi é a primeira derivada da função de produção com relação insumo i e Fii é a segunda derivada da função de produção com relação ao insumo i.
(ii) w/p = FL.
(iii) I = I(q(K, L, r - π, δ) - 1, com I' < 0, em que I' é a derivada do investimento em relação à taxa de juros.
(iv) C = C(Y - T), com 0 < C' < 1, em que C' é a derivada do consumo em relação à renda disponível.
(v) Y = C + I + G + δK.
(vi) M/p = m(Y, r).
Nesse sistema de equações, Y é o produto, L é a quantidade de trabalho, K é o estoque de capital, w é o salário nominal, p é o nível geral de preços, I é o investimento, q é o Q de Tobin, r é a taxa nominal de juros, π é a taxa de inflação, C é o consumo, T é a tributação autônoma, G são os gastos autônomos do governo, m é a função demanda por moeda e M é o estoque de moeda.
Se, na economia descrita no texto 3A4, o governo elevar a tributação autônoma (T), espera-se que haja, conforme o modelo apresentado,