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Escrever “outra” história de uma América Latina indígena e afrodescendente violentada pela ambição estrangeira requer conhecimento nuançado das especificidades de cada território marcado pela colonialidade; demanda instrumentalização cultural e política popular, a partir e por esses territórios de mobilização e de luta. Pensar alternativas de vida e representatividade culturais deve ser um esforço coletivo para maximizar condições materiais de existência e minimizar o estigma social que subjuga sujeitos e grupos latino-americanos.
Na disciplina de geografia na educação básica, a instrumentalização cultural e política dos estudantes deve priorizar aspectos avaliativos quantitativos sobre os qualitativos, levando-os a uma postura passiva de aprendizagem.