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A possibilidade de ter renda permanente, possuir uma vida confortável e não ser escravo do salário ainda é uma realidade apenas para uma pequena parcela da população brasileira. Com maior acesso ao crédito e aos bens de consumo, a maioria das pessoas, mesmo com maior permanência no emprego, ainda gasta muito mais do que ganha e, eventualmente, contrai dívidas que arruínam qualquer possibilidade de estabilidade financeira. Desde que se tenha disposição para promover algumas mudanças de comportamento, que, inicialmente, podem parecer complicadas, será possível construir um novo cenário e passar definitivamente de devedor para investidor. O primeiro passo é o pagamento das dívidas mais caras, com juros mais altos, como, por exemplo, as dívidas contraídas no cartão de crédito. Pagar as contas do cotidiano no prazo correto também colabora para o equilíbrio financeiro. Há ainda outros mitos que fazem parte do comportamento do brasileiro. Entre eles, destacam-se o conceito de que, para ser investidor, é preciso ter muito dinheiro disponível e a ideia de que os produtos existentes no mercado financeiro são muito complexos.
Seriam mantidas a coerência textual e a correção gramatical se o período “Desde que (...) para investidor” (R.8-12) fosse reescrito da seguinte forma: A menos que se tenha disposição para promover algumas mudanças de comportamento, que, inicialmente, podem parecer complicadas, não será possível construir um novo cenário e passar definitivamente de devedor para investidor.