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A economia solidária vem-se apresentando como uma alternativa inovadora de geração de trabalho e renda e uma resposta favorável às demandas de inclusão social no país. Ela compreende uma diversidade de práticas econômicas e sociais organizadas sob a forma de cooperativas, associações, clubes de troca, empresas de autogestão e redes de cooperação — que realizam atividades de produção de bens, prestação de serviços, finanças, trocas, comércio justo e consumo solidário.
A Secretaria Nacional de Economia Solidária, do Ministério do Trabalho e Emprego, desde sua criação, em 2003, vem elaborando mecanismos de formação, fomento e educação para o fortalecimento da economia solidária no Brasil. Além da divulgação e da promoção de ações nessa direção, desde 2007 a Secretaria tem realizado chamadas públicas a fim de apoiar os empreendimentos econômicos alternativos.
O emprego das formas verbais “vem elaborando” (R.11) e “tem realizado” (R.14), que denotam tempo continuado, associado ao das expressões temporais “desde sua criação, em 2003” (R.10-11) e “desde 2007” (R.14), evidencia a intenção do autor do texto de sinalizar o caráter produtivo do trabalho realizado pela Secretaria Nacional de Economia Solidária.