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Antes da crise mundial, as diferenças entre homens e mulheres, no que diz respeito ao desemprego e à relação emprego-população haviam se atenuado. Nas economias avançadas, a crise parece haver afetado aos homens nos setores que dependam do comércio mais do que as mulheres, que trabalham em saúde e educação. Nos países em desenvolvimento, as mulheres foram particularmente afetadas nos setores relacionados com o comércio.
As conclusões do relatório da OIT sobre desigualdades de gênero estimulam a ampliação das medidas de proteção social destinadas a reduzir a vulnerabilidade das mulheres e incentivam os investimentos em capacitação e educação, bem como a instauração de políticas que favoreçam o acesso ao emprego. O relatório enumera, ainda, uma série de diretrizes políticas para ajudar as comunidades a reduzir os preconceitos de gênero nas decisões relativas ao trabalho e a diminuir as disparidades de gênero no mercado laboral.
As taxas de desemprego das mulheres são mais altas do que às dos homens em escala mundial e não se prevê melhoras desse quadro nos próximos anos, segundo relatório da OIT que analisa as desigualdades de gênero em matéria de desemprego, emprego, participação na força de trabalho, vulnerabilidade e segregação setorial e profissional.
As conclusões do relatório da OIT sobre desigualdades de gênero estimulam a ampliação das medidas de proteção social destinadas a reduzir a vulnerabilidade das mulheres e incentivam os investimentos em capacitação e educação, bem como a instauração de políticas que favoreçam o acesso ao emprego. O relatório enumera, ainda, uma série de diretrizes políticas para ajudar as comunidades a reduzir os preconceitos de gênero nas decisões relativas ao trabalho e a diminuir as disparidades de gênero no mercado laboral.